sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Trinta e um

Ceciliana

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Lua da noite e dia
por onde eu via passar
saudade e melancolia.

Do céu toda a estrela me falava
E brilhava com euforia - o porquê nada sabia.
De azul o céu acabava-se, um escuro de olhar intenso.

Sob esses olhos sem pupilas; meus próprios versos imperfeitos ganhavam vida -
como memórias escritas.

Nítida, cheia lua
prolongou seu tamanho imóvel
Numa perfeição mais que pura:
Indigna.

2 comentários:

  1. quando eu acho que estou prestes a alcançar um lugar entre as pessoas que se expressam bem, leio você e me sinto criança imatura.
    belo, muito belo. e você também.

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  2. foi isnpiração de cecília meirelles, PR.

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