Não é carta de amor.  Tudo é desejo de prender-te entre as pernas. Tudo é vontade de prender-te entre a boca. É coisa. É fraqueza viciosa. É ardor. É homem com nome de menino. É o escolhido, desejado. É você. E eu, objeto. Prazer, loucura, luxúria, frescor quase...