terça-feira, 5 de abril de 2011

Quarenta e três

Ninguém se cura de nada, nunca. A dor são poros por onde transpira a escrita. Tudo sobra em mim, ao mesmo tempo não há nada em mim. Nem ninguém.

Eu sofro de nada. E de ninguém.



*(Por Clarah Averbuck, em Nome Próprio)

3 comentários:

  1. Oi Nely! Obrigada por me seguir e por tdos seus comentarios! que bom que gostou....fucei no seu blog e gostei muito...
    quanto ao seu post, achei tao bonito... e me identifiquei tanto com a frase "a dor sao poros por onde transpira a escrita" , frase linda... realmente, quando eu estava ainda muito mal (muito mesmo) com uns problemas que tive ano passado, eu me libertava conforme escrevia..hoje, já aliviada dessa dor, não sinto tanta vontade de escrever...pretendo voltar, mas com novos propositos!
    Espero que fique bem, e acredite, há TUDO em vc! rs
    beijao

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  2. Linda a poesia.
    Quanto tempo eu não passava por aqui.
    Continua com os textos excelentes.

    =D

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  3. Josi,
    vc é uma ótima surpresa pra mim no mundo "blogosférico". qr sempre acompanhar teu blog. :)

    Juliete,
    saudades dos seus escritos, mocinha. Seja bem-vinda de volta. ;)

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